CONTO – Caralho, Fernanda! (+18)

As mais magrinhas sempre me atraíram mais. Dançava na minha sala ao som de qualquer som, fosse música ou não e falava das cores das cidades. Quando esteve em Budapeste demorou um pouco pra perceber que a cidade era amarela. Budapeste também era um dos seus livros e filmes favoritos e me fez escrever, como…

o silêncio da tricentésima décima segunda hora.

Na hora 312 enfrentamos o primeiro silêncio. Fernanda estava com ciúmes. Meu último texto; ela queria saber o que era real e o que era ficção. Se eu tinha, de fato, estado com outra. E ela dizia que estava com outros durante o fim de semana. Eu não ligo, de verdade. Mas ela tentava me…