Abstinência – ANITA 

A pele se eriça
É o dia que cada milímetro do corpo

Pede por sexo

Se eriça por sexo

A bunda um tanto mais voluptuosa

Enche a mão 

O pescoço se arrepia, involuntariamente

Seja lá quantos banhos tome

Ela pede por sexo

E quanto mais infantil o dia se faz

Mais ela grita por sexo

Arrebitada e quente, na calcinha preta de alça fina

A pele cobre tudo o que à encosta

Quanto mais a rotina aperta, quanto mais o chefe se gaba e o filho fala, mais a mente se deprava 

E ela pede por sexo

Involuntariamente

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