Marina e a menina dos ombros largos – Poema

de inhotin america latina
sofreiz de amor a menina
dos ombros largos, olios claros
e pez molhados de lama
em quanto virava a esquina
enfrente a casa de dona marina
dona dos desoito gatos assoitados
na noite da quermece
da divina igreja do santo sonhador

na vitrola salve jorge da capadossia na vos de Caitano
caindo a noite em quanto chorava marina ao morrer
de dores da alma q nao deixavam ela dormer.

o rizco discado de amor
o disco
era a unica coisa q marina fazia
mais q dar comida aos bixos
era ouvir aquele disco
cualquer coiza

virava o disco
e cantava em gles
as musicas q nao entendia
cantalorava felis
em quanto comia
e dava de comer pra suas filias

a menina voltou a andar
de pois q parou pra oliar  a casa da dona marina
e sentia o pezo da morte na latrina
na fachada
e no muro baichinho da casa

a menina amava
marina amava
seres q nunca mas sofreraum
q querem que noz esquessa

nho tim morreu
os gato morreu
a arte morreu
contem porania
sem um grito
ou se quer um pio
um mio
queseja

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