Morte na avenida – Poesia

 

Parece que nasce
uma pessoa diferente
dentro da gente
toda vez que alguém
que a gente
gosta
morre.

seja de morte
morrida
ou de morte
sumida.

E toda vez que morre
alguém dentro da gente
assumimos a vida

Que corre sabida
que cansa se deslocar
sem destino certo
na avenida.

a correria que tanto falam
por aqui
nunca entendi

é só a vida normal
mas se estressando
a cada segundo
fazendo coisas
como em qualquer lugar do mundo
mas
se estressando
por isso.

se estressando.
E bebida.

aqui bebem todos
todos os dias
de segunda à segunda
cheio de gente
na esquina da alameda
casa branca
com a
avenida paulista.

 

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