O quarto interestelar do cu (+18)

Na segunda-feira me demiti e, no mesmo dia, arranjei uma passagem barata para o Rio. Pedi um espacinho na casa de um amigo meu, Juan. Ele disse que tinha uma despensa e uns colchonetes. Logo quando cheguei, dei uma olhada no quartinho que tinha uns 2m por 3m. Parecia possível. Tiramos uns móveis e botamos umas tralhas dentro do freezer que estava quebrado. Em 2 horas eu já tinha um quarto. Não tinha luz, apenas um abajur que precisava passar uma extensão por cima do colchão. Era uma extensão grande. Prendi bem ela na parede que tinha um gancho e do outro lado fixei a outra ponta com alguns livros em cima do cabo. Pendurei algumas roupas, depois de lava-las na máquina dele.

A gente ficou praticamente jogando videogame e bebendo. O tempo estava péssimo. Choveu por 4 dias seguidos. Quando chegou o final de semana, o tempo melhorou um pouco. Baixei o TINDER e comecei a passar o dedo. Depois de alguma horas, alguns matches, mas só com uma o assunto fluiu de verdade. O nome dela era Laura. Tinha 1,72m e 52kg. Era branca e tinha as sobrancelhas parecidas com a da Flavia, a menina que provavelmente clonou meu cartão de crédito na última vez que esteve em minha casa. Eu gostei da lembrança. Gostei das vezes que fiquei com a Flavia. Ficaria de novo, mas rasparia o código de segurança do meu cartão novo por precaução.

Marcamos de sair no mesmo dia. Fomos a uma hamburgueria na Mariz e Barros, perto do Instituto de Educação. Ela escolheu o lugar, logo depois que eu disse onde morava, deu algumas opções e todas eram perto da minha casa. Comemos pouco, bebemos moderadamente e conversamos bastante. A conta deu 33 reais para cada um. Contei do meu quartinho micro e perguntei se ela gostaria de ir conhecê-lo. Ficou surpreendentemente entusiasmada. Mandei uma mensagem pro Juan: “Tô indo pra casa… Com ela”. Ele respondeu “se tu comer ela no teu quartinho, te respeitarei para sempre.”

Chegamos rápido, andando. Quando entrei, tive dificuldade em ligar as luzes. Descobri que tinha um controle remoto para isso. Acendi a luz, tirei o tênis e disse pra ela ficar a vontade, na sala ainda. Perguntei se ela queria ver o quartinho. “QUERO!”, disse e riu. “Nossa… Tá bem arrumadinho.”, falou se inclinando pra dentro dele. Não tinha como andar no quarto.. “Hoje de manhã era uma despensa!”, completei. Abracei-a por trás e beijei sua nuca. Tinha um cheiro gostoso. Tentava me lembrar de onde era esse aroma. “Você cheira bem”, eu disse. “Não to de perfume”, respondeu. “Você está com cheiro do sabonete do snoopy!”. “Aquele de formato da casinha dele? haha”. “EXATO”. Ela pegou minha mão e a pôs sobre seu seio. Depois foi a guiando até sua buceta. Tinha um volume ótimo. Conseguia apertar. Sentia a carne dos lábios enquanto levantava seus 52kg pra cima de mim. A virei e comecei a beija-la e leva-a para perto do colchão. “Deita”, disse. Ela estava de vestido. O subi até a altura do umbigo. Tinha uma calcinha preta de alça bem fina. Mordi bem de leve a parte interna de sua coxa e fui subindo aos poucos. Tentei baixar a calcinha mas ela me parou e disse “que pressa”. Voltei a beijar sua virilha e disse: “tá boa essa velocidade?”, propositalmente bem lento e distanciando a boca de sua calcinha. “tira”, pediu, me puxando de volta pela nuca. Tirei sua calcinha e comecei a lamber sua virilha, então chegava mais perto dos lábios e voltava. Fiz isso algumas vezes até ela começar a ficar inquieta. Passei a ponta da língua na sua buceta, abrindo seus lábios, separando em dois aquele mar quente e salgado. O gosto era delicioso. Seu clitóris tinha um bom tamanho. Conseguia senti-lo se deslocando de um lado para o outro quando passava a língua. Ela gemia baixo e perguntava o quanto de barulho podia fazer. “Mais alto que isso”, respondi, e voltei a chupar. Gozou, esmagando minha cabeça com suas coxas, mas eu continuava com vontade de chupa-la. Ela me parou. “Me dá uns minutos”, disse ofegante. Voltei para cima e comecei a beijá-la. Esquentou de novo e começou a passar a mão por cima da minha calça. Eu ainda estava vestido. Só tinha tirado o tênis. Tirei a camisinha que estava no meu bolso e me livrei das roupas. Abri a camisinha no dente e botei. Tive dificuldade. Demorou uns segundos pra ver que estava forçando a camisinha do lado errado. Nos últimos 5 meses estava só com a Lorena, e não usávamos camisinha desde a terceira vez em que transamos. Inverti o lado e a vesti. Pincelei e meti bem devagar. “Gostoso”, disse de uma forma tão lenta como a minha metida. Então fui aumentando a frequência. Senti que ela ainda não estava a vontade para gemer na altura que gostaria. “Geme… fica a vontade”, disse com minha boca roçando no seu ouvido. “Mete tudo”, disse mais alto e começou a gemer mais forte. Eu beijava e a olhava. E então passava meu braço por baixo dela e enfiava de leve meu dedo em seu cu. Gemia mais forte, como se tivesse gostado bastante da ideia. Comecei a buscar espaço e alongamento para meter mais fundo meu dedo enquanto subia e descia, ralando todo meu joelho. O colchão era bem fino. Podia sentir o chão enquanto me apoiava nos joelhos para meter. Mas continuei, mais forte, mais rápido. Agarrei seu corpo com toda a força e meti o mais rápido que conseguia. Senti que ia gozar e avisei. “Goza!”, gemeu. Suava loucamente naquele quarto sem janelas ou ventilador, virei a cara dela pra minha, beijei sua boca e gozei. Foi forte, intenso. Tive uns 3 espasmos antes de conseguir sair de cima dela. Demos uns beijos, enquanto sorríamos. Foi muito bom, estava claro. Levantei e perguntei se ela queria água. Ela disse que sim. Bebi um gole da garrafa, enchi um copo pra ela e levei pro quarto.

Começamos a conversar e não demorou muito para o assunto chegar em “cu”. Falei sobre uma tendência atual de uso da palavra cu em diversos segmentos da arte. Como se fosse um movimento cultural. A poesia, a música, a comédia, as paródias. Parecia que nos últimos 10, 15 anos, todo mundo tinha ficado fissurado em cu. As paródias são as principais vítimas do uso do cu. Era como se o cu, adormecido por anos, se personificasse. Como se fosse a emancipação do cu como ser vivo e independente. A conversa, antes de ir para um lado sexual, foi para uma discussão filosófica interessante. Contei da minha experiência que foi a provável origem da minha fixação anal. Quando perdi minha virgindade, no meio do mato com um cu. Um menino e uma menina, virgens, no mato, em pé, tentando fazer sexo anal. Ela pulou uns 3 metros pra frente quando meti. Coitada. Mas a partir daí, fizemos muito sexo e, muitas das vezes, anal. “Hum… eu gosto”, ela disse. E completou: “mas usei muito esses dias”. Uma pena. Tinha disposição para anal ainda. Comecei a ficar com tesão de novo. Não parava de alisar sua buceta. Me dava muito tesão aquele volume. Ficava apertando. Passei o dedo pra dentro dela e fui até seu clitóris. Comecei a massagear de leve. Fui fazendo vários movimentos. O que ela sentia mais tesão era quando eu deslizava o dedo de um lado para o outro sobre o clitóris, bem de leve. Fui aos poucos aumentando a velocidade quando ela começava a gemer e tremer as coxas. Beijava sua boca enquanto tocava e quanto mais ela acelerava a língua, mais eu rápido eu batia pra ela. Começou a fechar a perna e já tinha aprendido que aquele era o sinal que iria gozar. Comecei a mexer mais rápido e metia o dedo do meio na sua buceta enquanto tocava com a base do indicador. Quando vi que ela ia gozar, meti com tudo o dedo do meio no cu dela ao mesmo tempo que o outro dedo deslizava pra dentro de sua buceta. Ela gemeu alto dessa vez, enquanto tinha pequenos espasmos no abdome, levantando o tronco se contraindo toda. “Alto demais, né?”, ela perguntou. “Ainda não”, respondi.

Eu tava com muito tesão. Comecei a alisar meu pau. Ela curtiu e disse: “Eu gosto de olhar. Você gosta?”. “Claro”, respondi. Comecei a me masturbar. Ela não tirava os olhos do meu pau, enquanto eu tocava. Botou a mão na buceta e começou a se masturbar. Estava de frente pra mim, com as pernas abertas sobre as minhas. Sentou com o cu no meu saco. Dava pra sentir. Senti muito tesão. Ela roçava o cu em mim enquanto nos tocávamos. Olhava pra buceta dela, ela para o meu pau e a gente se olhava e mordíamos os lábios de tesão. Ela deitou, apertada no colchão, de lado e começou a se masturbar pela frente com uma mão e por trás com outra. Dedilhava o clitóris e a buceta. Olhava aquilo tudo e tocava, mirando meu pau pra sua bunda. Ela estava de costas pra mim. Comecei a roçar a cabeça no cu dela enquanto me masturbava. Ela gemia, eu também. Estávamos no mesmo ritmo tocando cada vez mais rápido. Percebemos que o orgasmo estava cada vez mais perto e sincronizamos a gozada. Tive três grandes choques no corpo enquanto gozava. Fazia bastante tempo que não gozava assim. Ela estava ofegante e sorria olhando pro teto. “muito bom”, disse. “muito bom”, concordei.

Ficamos calados por alguns minutos. Conversamos sobre gostos. Ela gostava mais de filmes do que séries. Eu disse que preferia as séries. Sempre sinto muito sono vendo filmes. Parece que o clímax do filme é muito espaçado de outras partes importantes. Nas séries sempre tem umas 2 ou 3 partes por episódio que não me deixam cair no sono. “Meu filme favorito é Interestelar”, eu disse. Ela desaprovou. “Você precisa ver mais filmes então”. “Haha… que absurdo. É uma obra de arte”. “Hum… É bom, mas a fotografia não é boa”. “Porra, eles tão dentro de uma nave boa parte do filme”, contestei. “Hum… Ok. Os efeitos são bons, atuação boa e história interessante”. “E a trilha é foda”. Como assim ela não falou da trilha? Interestelar tem a melhor trilha sonora de todos os tempos. “Eu gosto de taxi driver. A fotografia é sensacional”, ela disse. “Nunca vi. Não estou em dia com os clássicos”. Olhava pra buceta dela, querendo chupá-la de novo. Engraçado como estávamos tão a vontade. Tinha acabado de conhece-la. Perguntou muito sobre mim na lanchonete, mas não respondia tantas coisas. Era designer e tinha acabado de se demitir, como eu. O ócio nos fez entrar no tinder, nos conhecermos e termos uma ótima noite de foda.

Meu pau ficou duro de novo. Ela começou a alisar, de leve a cabeça do meu pau. E passava no meu saco, períneo e cu bem rapidamente e voltava. Sua mão era leve. Desde a minha lesão na coluna, nunca mais meu testículo foi o mesmo. Ele ficou altamente sensível. Não deixava ninguém brincar com minhas bolas, mas sua mão era tão leve. Era muito boa nisso. Começou a massagear toda a região e sempre que voltava pro meu pau, batia um pouco de punheta pra mim. Quando eu começava a gemer, ela parava e voltava a massagear minhas bolas e meu cu. Ficou fazendo isso um bom tempo e a cada passagem, ia se curvando, deixando a boca cada vez mais perto do meu pau. Deu uma linguada na lateral do meu pau e ia trocando de lado, sem botá-lo na boca. Tava ficando louco com isso. Ninguém tinha feito eu sentir tanto prazer com tão pouco contato. Depois de brincar algumas vezes, começou a me chupar. Era perfeito. Ficava na região entre o ‘tronco’ e a ‘cabeça’. Chupava sem fazer força. Deixava a baba cair, deixando a lubrificação sempre eficiente. De repente ela parou. Não falei nada, só esperei seu próximo passo. Ela virou, ficou de quatro, me olhou por cima do ombro esquerdo, com uma cara de safada e disse: “Mudei de ideia. Come meu cu”. Peguei sua bunda, cada banda em uma mão, abri e meti a língua no seu cu. Chupava e metia a língua dentro do cu dela. Ela gemia toda vez que minha língua entrava. Fiquei de joelhos, sentado nos calcanhares eu trouxe ela na minha direção. Segurei a base do meu pau para dar sustentação e fui deixando o peso dela fazer seu cu engolir meu pau, bem devagar. Senti meu pau todo dentro dela, então tirei um pouco, até a metade, e meti de novo, devagar. Saía cada vez mais um pouco e metia cada vez mais forte. Seu gemido misturava prazer e dor. Virava a cara pra mim com a mesma cara que me olhara quando pediu para comer seu cu. Estava fazendo tudo do jeito que ela queria. Empurrei seu corpo pra frente, voltando a ficar com as mão apoiadas no chão. De quatro começou a rebolar bem levemente. Eu ia pra frente e pra trás. Usava sua bunda como alça para guiar o movimento. Ela foi ficando mais relaxada, foi gemendo mais alto, foi pedindo para meter mais forte, passou a exigir: “mete mais, mais”. Seu gemido já tinha virado pequenos gritos toda vez que eu metia, e fazia questão de meter até o fundo. Fui metendo mais rápido, mais forte. Meti tão rápido como se estivesse comendo sua buceta. Até mais rápido e intensamente que dá primeira vez que fudemos. Ela não ligava mais para o barulho que fazia. Gemia e pedia mais e mais. Caí por cima dela, gozei bem, tudo dentro do seu cu. Virei pro lado e quando recuperei o fôlego, disse pra ela: “Não sei se curto mais cu ou interestelar, haha, vou te mostrar um poema de uma mulher que fala sobre cu. Abhiyana o nome dela”. “mostra!”. Peguei meu celular e mostrei o poema chamado “Tem algo de divino no cu”:

Cu é soberano, poético

É foda a sensação de dar o cu de manhã

e ter que lidar com isso o resto do dia.

Se o cara gozou dentro,

você fica dando uns peidos de porra.

Tem algo de divino nisso.

(Abhiyana)

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