Maldade (ANITA) – Poema

Que vontade
De sentir outro cheiro
Eu sinto outro cheiro
Às vezes, bem perto
Às vezes, tão perto que gruda na pele
Mas não passa do cheiro

Que vontade
de sentir outro toque
Eu sinto outro toque
Às vezes, bem perto
Às vezes, tão perto que me puxa com força entre suas pernas
Mas não passa do toque

Que vontade
De sentir outro gosto
Eu sinto outro gosto
Às vezes, bem perto
Às vezes, tão perto que se mistura com o meu
Mas não passa do gosto

É uma sede tão grande
Com tanta água por perto
Eu sinto o cheiro
O gosto
O toque
E não bebo.

 

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