A dona da bunda do poema anterior

A dona da bunda

do poema anterior

sem saber

me fez arrumar a casa

limpar a privada

levar o lixo pra fora

 

Com ela fudi

três vezes.

Gozou com a petretchuca

na minha boca

enquanto gritava

“gostoso”

 

A dona da bunda

do poema anterior

ficou comigo por

mais de 12 horas

sentou na cama

no dia seguinte e

me fez perguntar sem

pensar duas vezes

“quer algo pra comer?”

 

Cozinhei pra ela,

apresentei queijos

dos quais tenho um apego

quase sexual

 

Taquei na porta do armário

uma,

duas,

três

camisinhas gozadas

 

Suei no corpo dela

pinguei nas suas costas

lágrimas de tesão

 

As xícaras estavam na pia

da cozinha,

o sofá estava

na inclinação normal

e os textos estavam

finalizados na gaveta

do quarto.

 

Será que, mesmo

depois disso tudo,

a dona da bunda

do poema anterior

volta?

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