Nossos corpos passaram uma tarde inteira ocupando o mesmo espaço. (LP)

No fim do asfalto eu encontrei o caminho.
Na trepidação dos buracos encontrei o equilíbrio.
Da libertação do ceticismo ao abraço do caos, seria uma rua sem saída ou tem retorno esse destino?
Procurando me desconectar, mais uma vez as ciencias da natureza me atingiram; será que existe equação que explique o magnetismo entre seu corpo e minhas mãos?
Prometo não contar para Newton que nossos corpos passaram uma tarde inteira ocupando o mesmo espaço.
Talvez me perder tenha sido a melhor forma de te econtrar.

LP – Luciano Pinheiro

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