Capítulo II

(…) No dia seguinte encostei a cabeça no batente da porta da cozinha. Meio sonolento, com a visão meio turva, olhei pro chão vi poesia. Não sei se era a iluminação singular da manhã ensolarada.
Pensava naquelas grandes brigas por pequenos motivos. Uma louça a mais na pia ou o lixo não jogado fora. Naquela cozinha só tinha eu. Sem brigas, sem ninguém. Apenas a iluminação perfeita de uma manhã que começava…

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