Poema do caralho

Caralho de Lima, Nelson Rodrigues

Poema, enigma, veiado e pra fora

Maçaneta do corpo grudado na tora

Põe-se deitado sobre os corpos felizes

Agora que vejo tal magnitude

Te amo, idolatro, oh barragem de açude

Não mostro pro mundo, apenas pra ti

Tudo de bom que um dia senti

Caralho de lima, meu melhor amigo

Sentado, deitado à sua espera

Ergue-se e toca o umbigo

Nelson Rodrigues te amou para sempre

Caralho de lima em pé agora

Quero e te espero em vertente

11-4-10

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