apenas um dia…

Acordei. Com a memoria fresca do corpo mastigado, que durou até o primeiro pé tocar no chão. Estava bem, músculos sadios e articulações lubrificadas.

Fui ao banheiro e me olhei no espelho.

“Que barba de pentelho de cu”, Pensei.

Mas era preciso muito mais disposição do que estava pra ajeitar essa merda.
Peguei a xícara de café que estava ali, em cima da pia mesmo e fui passar outro.
Limpei a xícara com café novo e retornei ao banheiro.

“Que barba de pentelho de CU!”, dessa vez em voz alta.

Mas ainda não vencia a preguiça de acertá-la.
Estava atrasado, já eram sete da manhã. Apressei e saí pra trabalhar. Mas essa parte não importa muito…

Mais tarde, lá pela hora do almoço, um amigo me ligou, sem nem um ‘oi’, vomitou um belo monólogo.

‘Muleque’, uma mina ontem me mandou uma nude. Simples e sincera.
uma foto do cu. Não tinha peito, não tinha buceta… Era só o CU!!!
Falei pra ela, apenas:
ARTE!!!
Sério, não tem o que falar. Cu não tem identidade; não é vacilo mandar pros outros.

CU É CU!

Não tem código de barras nem registro civil.

E desligou…

 

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